A ideia do show “Romero Lubambo convida Dianne Reeves” é mostrar o desenvolvimento do trabalho que já completou mais de 20 anos com shows, gravações, viagens e diversas experiências musicais entre os artistas.

Nesses últimos anos Dianne ganhou 5 Grammys Awards em CDs com participação do Romero, além de terem feito juntos centenas de shows em formatos variados como ”duo” ou com orquestras sinfônicas.

Sempre procurando abranger um leque variado de estilos, Dianne se sente confortável cantando Blues, Swing, Pop music, R&B e música brasileira. Romero também tem se destacado pela mesma versatilidade como guitarrista e violonista e sempre se apresenta com diferentes grupos, com apelos musicais muito diferentes, a começar pelo trabalho em duo com Cesar Camargo Mariano ou Leny Andrade, até os trabalhos com Mike Stern, Kenny Barron e Yo-Yo-Ma, provando que sua música é sempre muito eclética.

Nos shows que serão realizados no Brasil, Romero e Dianne vão apresentar uma gama de influências musicais que vão do mais pesado Blues, passando pelos ritmos e improvisações rápidos e agressivos, até a mais serena e sensível interpretação para os clássicos da Música Brasileira e do Jazz Americano. Com esse repertório, eles têm passado pelos melhores palcos de Jazz do mundo, incluindo o Carnegie Hall, sempre levando energia e muita inspiração para o público.






 

 

 

Banda de jazz-funk instrumental de Amsterdã. Com o seu novo álbum Aargh! o grupo THE JIG estabelece a sua reputação como uma banda original, quente e com um jazz- funk próprio. THE JIG é uma das poucas bandas do jazz-funk genuíno na Europa. É uma máquina instrumental com uma atitude Rock & Roll, conhecida por seus shows poderosos e emocionantes. Inspirado por heróis como Bootsy Collins, Lettuce, James Brown The Jig cria seu próprio som original: vintage e atual, ao mesmo tempo. Soul, Afro, Jazz e Rock & Roll são mantidos de perto. Nos últimos dois anos, The Jig tem atuado em mais de 100 shows por palcos de renome e festivais na Holanda, Espanha, Inglaterra e Leste Europeu.






 

 

 

Chico Chagas é acordeonista, pianista, baixista, compositor e arranjador. Em suas apresentações, Chico faz uma combinação entre música brasileira com releitura de Jazz. O músico mostra um repertório que varia entre o clássico, jazz e a MPB. O Acordeom Trio criado por ele propõe criar um som que tenha uma 'cara nova' na música instrumental brasileira. Com a formação acordeom, baixo e bateria, Chagas começou então a compor temas que saíssem da música folclórica e, como resultado, os músicos trazem boleros, tango, baiões com uma pegada menos tradicional, frevo com pitadas de jazz e outras fusões. Com Chico Chagas (acordeom), Alexandre Cavallo (baixo) e Cristiano Galvão (bateria).






 

 

 

É um dos novos talentos da música instrumental carioca. Já fez shows em clubes e festivais na Europa e é uma das atrações confirmados no Rock In Rio 2019. O primeiro de seu gênero, Ferr tem liderado um movimento de música instrumental urbana no Rio de Janeiro, junto com o projeto Jazz Out. Em março/19, o artista abriu o show do consagrado Kamasi Washington, no Circo Voador – RJ, com uma performance arrebatadora. Ferr vem a Rio das Ostras lançar seu último trabalho Trilogia do Amor, uma suíte de urban jazz afrofuturista.

Se fossemos personificar o jazz, diríamos que ele é alguém que nasceu nas ruas, cresceu e foi para o mundo todo; virou música de luxo, chegou nas maiores salas de concerto e agora, maduro, faz o caminho inverso de retorno às suas origens. Assim floresce o Jazz Urbano de Jonathan Ferr, um talentoso pianista de Madureira, bairro que já virou referência de qualidade de cultura e arte no Rio de Janeiro.






 

 

 

Com 10 integrantes, a banda é conhecida por quebrar o que muitos chamam de “sisudez” do gênero instrumental. Fazendo um som com influências do Afrobeat e é marcada por uma dançante mistura de estilos transitando dos ritmos africanos aos latinos, mesclando elementos do funk, jazz, reggae, música eletrônica, sem jamais se impor limites de gêneros.

O ritmo dançante da música instrumental do grupo se constrói em solos, harmonias e dinâmicas, claves e improvisos desenvolvendo uma sonoridade bastante peculiar, inédita e muito criativa. São variações de jazz, rock, samba, reggae e percussões tribais sempre adornada pela inserção de sintetizadores. Uma colorida mistura de ritmos e fórmulas instrumentais.





 

 

 

Trombonista e arranjador, possui uma enorme folha de trabalhos realizados na música brasileira. Músico original desde os sete anos de idade. Autodidata, toca vários instrumentos: Trombone, teclados e baixo. Serginho Trombone transformou-se num símbolo da MPB dada a variedade de estilos e artistas com os quais trabalhou, como por exemplo, Luiz Melodia, Tim Maia e Ed Motta. Participou de turnês pela Europa, Japão e Estados Unidos, incluindo o festival de Montreux (quatro edições) com Moraes Moreira, Gilberto Gil e Jorge Ben Jor. No Brasil, tocou nos festivais Rock in Rio, Rock in Rio II, Hollywood Rock e quase todas as versões do Free Festival.





 

 

 

Cantor e trombonista de Chicago, Big James tem uma voz tão grande quanto sua cintura. Vindo pela primeira ao Brasil ele combina blues, soul, R & B e funk em sua música encharcada de grooves. Sua música é fortemente influenciada por James Brown, Little Milton, Albert King, Bobby "Bland Blue" e Prince. Já tocou com Little Milton, Albert King, Otis Rush, Buddy Guy e também dividiu o palco com Eric Clapton, Lou Rawls, Koko Taylor, Derek Trucks e muitos outros. Big James é 3 vezes vencedor do Critic's Choice Award da Revista Living Blues pela Most Outstanding Horn Player na Blues Industry! Vem acompanhado pela banda “The Simi Brothers” formada pelos irmãos guitarristas e produtores, Danilo e Nicolas Simi em um show que promete agitar toda a galera

Big James vai trazer pela primeira vez ao Brasil sua mistura de Funk, Blues, Soul e R&B acompanhado pela banda prata da casa “The Simi Brothers” formada pelos irmãos guitarristas e produtores, Danilo e Nicolas Simi em um show que promete agradar público e crítica.





 

 

 

Gravou seu primeiro disco aos 5 anos de idade, produzido por ninguém menos que Willie Dixon. Americano, nascido em Buffalo, NY, ele traz consigo a mistura do canto Gospel, com o Soul e o sentimento Blues. Lucky Peterson é um dos artistas mais proeminentes da era moderna. Um guitarrista escaldante, organista fantástico e um vocalista de primeira linha. É um dos mais influentes artistas no cenário de Blues atual. São muitos talentos num só artista. Com mais de 18 discos gravados e participações em praticamente todos os grandes festivais de Blues do mundo, ele não poderia deixar de aportar no Rio das Ostras Jazz & Blues Festival.





 

 

 

Já foi chamado de “embaixador do hip hop haitiano” e de “a eterna voz do Haiti”. Letrista habilidoso e perspicaz, o artista apresentará o repertório do seu recente CD The Brasil Session Com letras em criolo, francês, inglês, espanhol e português, Vox Sambou envolve o público com melodias contagiantes e letras sobre unidade, solidariedade e o legado dos seus ancestrais. Musicalmente, faz uma mistura de hip hop com afrobeat, grooves latinos e batidas de reggae, além de buscar elementos de gêneros do Haiti.





 

 

 

Com duas indicações ao Grammy, Roy Rogers é um dos nomes da guitarra slide, conhecido por suas performances ao vivo. Além de tocar no circuito Europa, EUA e Canadá, ele tem participado de festivais como o Montreux Jazz (Suíça), North Sea Jazz Festival (Holanda), Notodden (Noruega), Byron Bay (Austrália), New Orleans Jazz & Heritage Festival (EUA) e o Montreal Jazz (Canadá). Em 2003, Rogers foi indicado ao prêmio W.C. Handy como melhor guitarrista de blues. Seu virtuosismo e seu estilo “slide guitar” são reconhecidos internacionalmente. Californiano, começou a tocar com 12 anos e logo foi seduzido pelo blues. Participou da John Lee Hooker 80’s Coast to Coast Band por quatro anos e mais tarde gravou com a banda os dois álbuns vencedores do Grammy "The Healer" e "Mr. Lucky".





 

 

 

BOB FRANCESCHINI (sax tenor); Rodney Holmes (bateria); Lincoln Goines (baixo); Ivo Senra (teclados). Participação Especial: Romero Lubambo (guitarra). O quinteto do saxofonista americano, Bob Franceschini, vai mostrar no festival a força do jazz contemporâneo. O jazz que rompe fronteiras, com forte influência do be-bop, do blues e do rock. Essa é uma das características do jazz de NY. Essa cidade, que é o berço do jazz no mundo. Na sua banda formada por estrelas internacionais nos seus instrumentos, há participações de 2 músicos de destaque no cenário mundial: O baterista Rodney Holmes e o guitarrista Romero Lubambo. Um quinteto composto por vencedores de 9 Grammy’s!!!

BOB FRANCESCHINI

Saxofonista tenor, compositor e arranjador americano. Ele também toca clarinete e flautas étnicas. Músico com uma sonoridade marcante, e grande improvisador. Seu som tem forte influência do blues. Saxofonista extremamente versátil, é um dos grandes músicos da atualidade no seu instrumento. Seus solos tem uma linha melódica instigante e uma concepção avançada. Já participou de mais de 100 discos de artistas como: Mike Stern, Paul Simon, Ricky Martin, Celine Dion, Lionel Richie, Victor Wooten, Dennis Chambers entre outros. Já participou dos maiores festivais de jazz do mundo.

RODNEY HOMES

(vencedor de 8 Grammy’s !!!) Baterista, compositor, produtor. Foi o baterista do aclamado CD e DVD Supernatural (Santana) que vendeu mais de 10 milhões de cópias. É um dos maiores bateristas da atualidade. Virtuoso e de uma técnica extraordinária, seus surpreendentes solos são aplaudidos de pé por plateias do mundo inteiro. Trabalha com alguns dos músicos mais talentosos e respeitados no mundo do Rock e Jazz, como: Santana, Steve Lukather, Michael Brecker, Randy Brecker, Wayne Shorter, Maceo Parker, entre outros.





 

 

 

Blues contemporâneo com uma pegada rock `n`roll é o que se espera desse show inédito juntando expoentes da música brasileira.

FLÁVIO GUIMARÃES

É gaitista, cantor e pioneiro do blues no Brasil. Com mais de 30 anos de carreira, lançou 25 álbuns entre sua carreira solo e o Blues Etílicos. Gravou e tocou com Alceu Valença, Djavan, Cássia Eller, Ed Motta, Erasmo Carlos, Frejat, Luiz Melodia, Paulo Moura, Renato Russo, Rita Lee, Titãs, Zeca Baleiro e Zélia Duncan, entre outros. Realizou shows de abertura para Ben Harper, B. B. King e Robert Cray, além de compartilhar o palco com algumas lendas vivas do blues, como Buddy Guy, Charlie Musselwhite e Taj Mahal. Apresenta-se em importantes festivais em todo Brasil, Europa e Estados Unidos.

BLUES GROOVERS

É a cozinha de Blues/Rock mais experiente e atuante do Brasil. Com Otavio Rocha na guitarra, Beto Werther na bateria e Cesar Lago no baixo, a banda possui uma identidade própria em seu trabalho, sempre carregada de energia, dominando diversas variantes do Blues e respeitando a essência melódica e suas raízes.

FERNANDO MAGALHÃES

É o Guitarrista da banda Barão Vermelho desde 1985, já gravou dezenas de álbuns, participou de praticamente todas as tours, tocou em vários festivais, como Rock in Rio, abriu os shows dos Rolling Stones, na tour Voodoo Lounge em 1995, e fez shows em Portugal e USA. Lançou 2 álbuns solo, instrumentais, e com este trabalho, abriu shows no Brasil para Joe Satriani e REM.




 
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festival

Apontado pelos críticos como um dos melhores festivais do gênero no mundo, o Rio das Ostras Jazz & Blues Festival chega à sua décima sexta edição. Este ano o Festival será realizado entre os dias 20 e 23 de junho, com uma seleção dos melhores instrumentistas e intérpretes da atualidade, que se apresentarão em 4 palcos montados ao ar livre, com shows gratuitos.


Desde a sua criação em 2003, o Rio das Ostras Jazz&Blues Festival realizou mais de 550 shows, 100 palestras e workshops para cerca de 1 milhão de espectadores, estimulando o interesse pela música de alta qualidade e criando oportunidades para o público conferir de perto alguns dos maiores nomes do Jazz, Blues e da música instrumental nacional e internacional. Durante todo esse período o Festival manteve-se fiel à sua proposta inicial que é focada em formar público, alavancar o turismo, gerar renda, atrair negócios, ofertar cultura, democratizar o acesso ao bem cultural por meio de sua total GRATUIDADE e fomentar a economia através de sua continuidade, o que foi comprovado por estudos feitos pela FGV-RJ por quatro anos, bem como assumir a responsabilidade social de estender suas ações para além dos palcos, criando parcerias em projetos culturais e sociais ao longo do ano. Todos os objetivos foram e continuam sendo alcançados.


O festival, realizado pela Azul Produções com o apoio da prefeitura da cidade de Rio das Ostras, através da Secretaria de Cultura, faz parte do calendário oficial de eventos do Estado do Rio de Janeiro, devido a sua importância.