John Mayall & The Bluesbreakers - O “pai” do blues inglês está a pleno vapor com seus “Bluesbreakers” aos 73 anos de idade. Um dos maiores nomes do blues vivos hoje, John Mayall é um renomado bandleader que teve entre seus músicos nomes que viriam a se tornar grandes figuras da música depois de trabalharem com Mayall como Eric Clapton, Peter Green e John McVie (Fleetwood Mac), Jack Bruce (Cream), Mick Taylor (Rolling Stones), Coco Montoya, Walter Trout, entre outros.
Seu álbum “Bluesbreakers with Eric Clapton”, colocou Clapton definitivamente no mundo da guitarra, surgindo as pichações chamando Eric de “Deus”. Atualmente em seu 56º CD “In The Palace Of The King”, um tributo à música de Freddie King, os Bluesbreakers atuais contam com a mesma formação nos últimos 15 anos, Buddy Whittington (guitarra), Hank Van Sickle (baixo) e Joe Yuele (bateria).

 


 

John Scofield Trio & The Scohorns - A revista Guitar Player  resume em poucas palavras a importância deste papa do jazz: “John Scofield é, ao lado de Pat Metheny, Bill Frisell, Mike Stern e Scott Henderson, um dos responsáveis pela sobrevivência criativa da guitarra-jazz”.  Com quase 40 anos de estrada, ele tocou com a nata da música internacional, Billy Cobham, George Duke, Miles Davis, Joe Lovano, Charles Mingus e Pat Metheny, entre outros. Sua marca registrada é seu timing peculiar e suas linhas angulares de improvisação. Há 15 anos montou com Bill Stewart (bateria) e Steve Swallow (baixo) o John Scofield Trio, que foi acrescido de uma seção de metais para o álbum “This Meets That”, com o lançamento nacional no Festival.
Scofield começou tocando R&B e Soul por volta de 69, o jazz-rock, nessa época, estava em estágio infantil. Seu primeiro grande trabalho como guitarrista de jazz foi tocar com Billy Cobham e George Duke, foram grandes shows e platéias enormes, daí nunca mais saiu da fonte do jazz. Em 82 se juntou a Miles Davis Band por 03 anos, respondendo ao chamado do funk-jazz e dos improvisos, foram anos marcantes.

 


 

 
Regina Carter - A carreira de Regina Carter tem sido uma verdadeira escalada do sucesso que não mostra nenhum sinal de diminuição. Ela está em uma missão: fazer uma significativa contribuição musical e fazê-la de seu próprio jeito. A violinista Regina Carter é uma solista bastante original, cuja sofisticada técnica e o rico e exuberante timbre pegou o mundo do jazz de surpresa.
Os fãs de jazz não foram as únicas pessoas que ouviram a qualidade em seu tocar, artistas tão diversos como Aretha Franklin, Patti Labelle, Lauryn Hill e Mary J. Blige empregaram seu talento em suas gravações, como já tinha feito o cineasta Ken Burns em sua trilha sonora de “The Civil War”. Adicione isso a uma longa lista de jazzistas que inclui Kenny Barron, Wynton Marsalis e Oliver Lake.
Carter começou a tocar seu instrumento aos quatro anos, trabalhando com Max Roach antes de gravar o seu auto-intitulado debut na Atlantic em 1995. Sua mistura de R&B, pop e jazz confundiu fãs de jazz e encantou os críticos pop. Ela continua a revelar uma personalidade musical diversificada, ela tornando-se uma das mais populares jovens violinistas na música moderna hoje em dia.
 
Russell Malone - Um ótimo guitarrista que agitou o gênero com seus discos da Columbia do começo para o meio dos anos 90, Russell Malone começou a tocar música quando tinha 5 anos. Ele estava com a banda de Jimmy Smith por dois anos no fim dos anos 80 e desde 1989 tem feito tournés com Harry Connick Jr. As influências de Malone vão do swing ao R&B, ele tem um apelo de seu lado de bop que sempre faz tributo ao seu estilo original.
 
Will Calhoun's Native Land Experience - Will Calhoun foi facilmente um dos mais talentosos bateristas de rock a surgir no fim dos anos 80. Formou-se na Berklee School of Music em Boston, recebendo o diploma de Bacharelado em Produção Musical e Engenharia e o prestigiado Buddy Rich Jazz Masters Award pelo desempenho excepcional como baterista.
Sua mistura original de improvisação e bateria de hard rock pode ser encontrada em cada disco do Living Colour: “Vivid” (88), “Time's Up” (90), “Biscuits” (91), “Stain” (93) e “CollideØscope” (03). Um compositor prolífico, Will co-escreveu muitas composições do Living Colour, como “Pride” a canção do criticamente aclamado “Time's Up” e “Nothingness” de “Stain”. Como membro do Living Colour, Will recebeu um Grammy Award para melhor show de um grupo de Hard Rock e outro Grammy por Best Hard Rock Performance.
Calhoun tornou-se também um baterista de estúdio bastante requisitado, gravando ou tocando com artistas como BB King, Mick Jagger, Harry Belafonte, o Pharao Sanders, Jack Dejohnette, Marcus Miller, Dr. John, Carly Simon, Herb Alpert , Ron Wood, Wayne Shorter, Run-DMC e Public Enemy. Além disso, Calhoun tocou nos projetos solo da maioria de seus companheiros de Living Colour - Corey Glover's Hymns e Doug Wimbish's Trippy Notes for Bass. Calhoun também formou um grupo com Wimbish, Jungle Funk em 1998 e lançou vários discos solo, “Housework” (94), “Drumwave” (97), “Live at the Blue Note” (2000) e “Native Lands” (2005), os dois últimos com o Will Calhoun Quintet.
 
Godfathers of Groove - Antes conhecidos como “Masters of Groove” são um grupo All-Star composto por Reuben Wilson no Hammond B3, Bernard "Pretty" Purdie na bateria, e Grant Green Jr. na guitarra. No fim dos anos 60s, Reuben Wilson começou a ascenção a seu status atual de "padrinho" do acid-jazz, revelando um comando do funk que ajudou a redefinir o movimento soul-jazz criado por Jimmy Smith, Jimmy McGriff e Richard "Groove" Holmes.
Bernard Purdie nasceu em 11 de junho de 1939 em Elkton, Maryland. Seu envolvimento com Aretha Franklin, em 1970 foi o início de uma carreira inigualável. Purdie tem sido um convidado regular nos estúdios das estrelas trabalhando com Paul Butterfield, Larry Coryell, Miles Davis, Steely Dan's "Aja", Isaac Hayes, Donny Hathaway, BB King e Joe Cocker, para falar apenas alguns. Nenhum outro baterista nas últimas três décadas viu o interior de um estúdio de gravação com tanta frequência como Bernard "Pretty" Purdie, que colocou sua batida em mais de 3000 álbuns até hoje.
Como filho do lendário guitarrista de jazz Grant Green (1931-1979), Grant Green Jr. foi exposto a musicalidade excepcional desde o início. Grant desfrutava de um constante desfile de grandes nomes do jazz em sua sala de estar aos cinco anos de idade, com suas mãos pequenas ainda para agarrar a guitarra, Grant Jr. tocou seus primeiro acordes. Sua capacidade de misturar funky grooves com o soul-jazz melódico e o blues fez dele um popular músico de estúdio e um músico dos músicos.
 
Léo Gandelman - Saxofonista, produtor, compositor e arranjador, a música sempre esteve presente na vida de Leo Gandelman. Filho de uma pianista clássica e de um maestro, aos 15 anos já era solista da Orquestra Sinfônica Brasileira. Desde 1977, vem se dedicando à carreira como saxofonista, arranjador e produtor, tendo participado em mais de 800 gravações. Em carreira solo desde 87 foi eleito durante 15 anos consecutivos pelo concurso “Diretas na Música” do Jornal do Brasil, “o Melhor Instrumentista Brasileiro”.
Seu trabalho também foi lançado com grande sucesso nos Estados Unidos, onde Leo desenvolveu uma carreira notável na última década, com direito a seis temporadas de casa cheia no Blue Note de Nova Iorque. Leo já gravou dez discos ao longo de sua carreira solo, tendo vendido mais de 500.000 copias. Nos últimos anos tem realizado workshops e participado de diversos Festivais em todo país. Atualmente divulga o novo CD "Radamés e o Sax", com composições de Radamés Gnattali homenageando o centenário de nascimento do grande maestro, vencedor do prêmio TIM 2007 como “Melhor Disco Instrumental“. Léo será o convidado especial do Godfathers of Groove para o festival.
 
Bonerama - Ninguém fica parado quando eles entram em cena. Criado em 1998 pelos trombonistas Mark Mullins e Craig Klein (ex-Harry Connick Jr), o Bonerama reúne uma formação originalíssima de quatro trombones com timbres diferentes e muita energia no palco para contagiar o público com seu funk & soul de primeira linha. “Uma música poderosa e fresca, como New Orleans costuma produzir”, diz a conceituada revista Offbeat a respeito do Bonerama.
Quando a banda surgiu, os puristas tradicionais de New Orleans protestaram, duvidando que uma formação “diferente” como esta - de trombones, guitarra e bateria - daria certo: “Um trombone só já não é suficiente?”, diziam. Mas Mark Mullins e Craig Klein resolveram aceitar o desafio e não só provaram que a mistura daria certo, como provaram a todos que a música não tem limites, transformando o Bonerama em uma das bandas mais quentes e criativas do cenário atual. Suas apresentações nos festivais New Orleans Jazz & Heritage Festival e Tribeca Rock Club trouxeram a eterna admiração de David Fricke, editor da revista Rolling Stone que escreveu sua coluna “On the Edge” falando sobre o “New Orleans Brass Funk Rock”.
 
James "Blood" Ulmer Memphis Blood - O “free” jazz não produziu muitos guitarristas notáveis. James "Blood" Ulmer é uma das poucas exceções, um guitarrista que forjou seu estilo baseado nas tradições da música afro-americana.
Ulmer é um adepto da teoria “harmolodic” do saxofonista e compositor Ornette Coleman, que subverte a harmonia jazzística em favor da livre improvisação atonal. Isso não quer dizer que seu som seja intocável pela tradição do rock, a influência de Jimi Hendrix em Ulmer é forte, porém misturada com blues, funk, jazz e elementos livres. O resultado é uma música expressiva, ruidosamente amplificada, um híbrido que está num nível do melhor da escola “harmolodic”.
No Rio das Ostras Jazz & Blues 2008, Blood será companhado por Aubrey Dale (bateria), Mark Peterson (baixo), Leon Gruenbaum (teclados), David Barnes (Harmonica) e Charlie Burnham (violino), além da participação especial de Vernon Reid (guitarra).
 
Vernon Reid - Como guitarrista líder do Living Colour e co-fundador da Black Rock Coalition, Vernon Reid tem feito muita coisa para minar as expectativas estereotipadas da música que os artistas negros deveriam tocar. Seu ecletismo engloba tudo, do hard rock e punk ao funk, R&B e avant-garde jazz, com seus rápidos solos anárquicos tornando-se uma espécie de marca registrada.
Em 1980 se juntou ao grupo Decoding Society do baterista Ronald Shannon Jackson, um grupo de ponta do jazz com o qual apareceu em seis álbuns. Ao longo da década Reid passou a trabalhar com uma ampla variedade de músicos experimentais como o Defunkt, Bill Frisell, John Zorn, Arto Lindsay e Public Enemy, entre outros. Formou a Black Rock Coalition, uma organização dedicada à abrir portas no negócio da música para músicos negros, até Mick Jagger ver o Living Colour no CBGB's e convencer a Epic a assinar o grupo.
Após a dissolução do grupo em 1995, Reid tem continuado a fazer aparições periódicas em gravações e sido metade do Yohimbe Brothers, um duo com o DJ Logic.


 
Blues Etílicos - Completando 20 anos na estrada, o Blues Etílicos apresenta a “versão nacional” de um dos mais tradicionais gêneros da música popular norte-americana. Muito antes da tão falada fusão de ritmos, o Blues Etílicos reinventava o blues ao melhor estilo brasileiro. Com dez CDs lançados, é a banda de blues brasileira a mais tempo em atividade e com as maiores vendagens de discos no segmento.
Com praticamente a mesma formação desde 1987, à exceção da entrada do baterista Pedro Strasser em 1994 e da participação do vocalista Vasco Faé entre 2003 e 2005, a banda manteve sua carreira ininterrupta realizando mais de 1.500 apresentações em todo Brasil e grande parte da América do Sul. Participou de todos os festivais de blues que aconteceram no país, abrindo shows para B. B. King, Buddy Guy, Robert Cray, Magic Slim, Sugar Blue e muitos outros.


 
Mauro Senise Quarteto - Formado por Mauro Senise (flauta, sax soprano e alto), Itamar Assiere (teclados), Paulo Russo (contrabaixo) e Ivan "Mamão" Conti (bateria), esse quarteto se apresenta com dois repertórios distintos: um interpretando músicas de nossos principais compositores como Tom Jobim, Gilson Peranzzetta, Edu Lobo, Pixinguinha e Luiz Eça entre outros; o outro inclui clássicos do Jazz, com composições de Duke Ellington, Miles Davis, Wayne Shorter e Thelonius Monk.
Aplaudido como integrante do grupo Cama de Gato, o flautista e saxofonista Mauro Senise é o melhor exemplo de que música instrumental é sucesso no Brasil. Durante muitos anos tocou e gravou com outros grandes mestres como Hermeto Pascoal, Egberto Gismonti, Wagner Tiso e Luis Eça. Já gravou também com todos os grande nomes da MPB. Mas ser solista sempre foi seu objetivo.
Ao longo de sua carreira, Mauro Senise tocou com alguns dos maiores representantes da música instrumental brasileira, ganhando inúmeros prêmios como o troféu Playboy e o prêmio Brahma Extra de Revelação Instrumental pelo conjunto da sua obra. Apresentou-se por toda a Europa com Egberto Gismonti e na Espanha, França, Bélgica e Estados Unidos com o Cama de Gato. Com este grupo tem seis CDs lançados.

 
Delicatessen - O Delicatessen é um dos maiores sucessos do mercado fonográfico brasileiro nos anos de 2006 e 2007. O grupo figurou em coletâneas no Japão e Itália e seu disco de estréia, “Jazz + Bossa”, atingiu a marca de de 10.000 discos vendidos no Brasil e exterior, sendo lançado no Japão, pela gravadora Rip Curl Recordings. Saudado por críticos como Nelson Motta, Roberto Muggiati e Juarez Fonseca, entre outros, foi destaque nas principais publicações brasileiras e no exterior.
Delicatessen nasceu da vontade que o publicitário e aficionado por música Beto Callage tinha de produzir um disco que combinasse o estilo cool e intimista das cantoras de jazz dos anos 50 com a simplicidade refinada da bossa nova. O encontro com o violonista Carlos Badia foi o primeiro passo, seguido da descoberta de Ana Kruger. que reúne “delicadeza, timbre, doçura, timing, e uma persona pronta para cantar jazz, mesmo sem nunca ter cantado”. Nico Bueno (baixo) e Mano Gomes (bateria) completam o quarteto.
Nos shows, que contam com a participação especial de New (piano), o quarteto recria standards do jazz de nomes como Duke Ellington, George & Ira Gershwin, além de composições de Carlos Badia e Beto Callage.

 
Robson Fernandes Blues Band - Impossível não ligar o nome de Robson Fernandes ao blues contemporâneo brasileiro. Possuidor de timbre, energia e técnica irretocável; eleva o estilo ao melhor nível exibido no exterior.
Em 2002, lançou o CD Sampa Blues acompanhado por alguns dos melhores nomes do blues brasileiro, este trabalho colocou Robson Fernandes em evidência no cenário nacional e atraiu comentários da mídia especializada no Brasil e no exterior. Agora, iniciando um novo ciclo de trabalho, é lançado o CD Gumbo Blues em que Robson Fernandes mostra a maturidade de seu trabalho aliado ao feeling que lhe colocou em destaque.
 
Dudu Lima - Dudu Lima é uma das revelações do baixo no Brasil. Fluente tanto no baixo acústico quanto no elétrico de 4, 5 e 6 cordas, seu trabalho instrumental tem raízes sólidas na música brasileira, especialmente a mineira, de seu estado de origem. Bebendo nas fontes da improvisação jazzística, chamou a atenção de artistas do porte de Milton Nascimento, que teceu rasgados elogios ao músico.
O guitarrista de jazz americano Stanley Jordan, com quem Dudu Lima já fez 5 turnês, também declarou:
"Dudu Lima está entre os melhores contrabaixistas do mundo". Além ter gravado em mais de 40 álbuns de grandes nomes do jazz e da música brasileira como convidado, em sua carreira solo já lançou 3 CDS e 1 DVD.

 

Marcos Suzano - Marcos Suzano nasceu no Rio de Janeiro em 1963. Escutava rock na adolescência até ouvir o naipe de percussão de um bloco carnavalesco e ficar fascinado. Suzano toca tudo o que pode sair um som interessante. Nos shows, por exemplo, ele senta em um cajón, como se fosse um banquinho-instrumento. Mas o instrumento que o tornou conhecido é o pandeiro. Sua maneira de tocar é diferente, montou até uma oficina no Rio de Janeiro, onde mora, para ensinar a técnica.
Tem vários CDs lançados com outros artistas. Com Lenine, lançou Olho de Peixe, considerado um dos melhores CDs da década de 90. Ao lado do Baticum, grupo de percussão carioca, gravou um CD ao vivo. Com o Pife Muderno, outro grupo musical do Rio, gravou ao lado de Carlos Malta. Solo, tem dois CDs, Sambatown, que recebeu prêmio Sharp e Flash, lançado em 2000 pela gravadora Trama. Flash também marcou a entrada mais pesada da música eletrônica.

 

Jean Pierre Zanella - Saxofonista, compositor e arranjador, Jean Pierre Zanela é considerado um expoente do Jazz contemporâneo canadense, representando seu país em várias partes do mundo. Conhecedor profundo das linguagens do jazz e do bebop, além de amante da música brasileira, já tocou com Red Michell, Antony Braxton, Paul Anka, Michel Legrand, Bobby McFerrin, Dione Warwick, Gino Vanelli e Frank Sinatra Jr., entre outros.
Já tocou no Montreaux Jazz Festival e ganhou o “Downbeat Recording Award” pelo melhor grupo de jazz do ano. No festival se apresentará ao lado do baixista Dudu Lima e do percussionista Marcos Suzano.



 

Taryn - Taryn Szpilman nasceu em um berço musical. É a quinta geração de músicos da família Szpilman, (da qual também pertence Wladyslaw Szpilman, personagem retratado no aclamado filme "O Pianista", de Roman Polanski). Sua marca é a versatilidade. Seu talento no Jazz, passando pelo Blues, Soul, até o Rock e a MPB vem recebendo elogios de jornalistas, críticos e formadores de opinião conceituados como José Domingos Raffaelli, Luis Orlando Carneiro, Jô Soares, entre outros.
Taryn é vocalista da Big Band “Rio Jazz Orchestra”, com quem gravou o CD Tributos, lançado em 2001. Em 2002 convidada por Andy Summers, guitarrista da banda The Police , gravou um trabalho inédito nos Estados Unidos. Em 2005, participou dos CDs de Zeca Baleiro , George Israel, e do lançamento do CD do baterista Cláudio Infante. Em Agosto de 2006 lançou seu primeiro disco solo, entitulado “Taryn” que contou com a participação especial de Frejat.
No Rio das Ostras Jazz & Blues Taryn será acompanhada por uma grande banda formada por Cláudio Infante na bateria, Jefferson Lescowitch no baixo, Fernando Caneca na guitarra, Ricardo Marins na guitarra e no órgão, além de uma seção de metais comandada por AC.


 

Orquestra Kuarup: Regente Nando Carneiro - A Orquestra Kuarup de Rio das Ostras, regida pelo maestro Nando Carneiro, fará, uma vez mais, o show de abertura do Rio das Ostras Jazz & Blues 2008. A apresentação em Costazul será uma homenagem da Orquestra Kuarup ao aniversário de 50 anos da Bossa Nova.
Trazendo ainda mais brilho a esta homenagem, Nando Carneiro convidou David Ganc e Mário Séve, nos saxes e flautas, dois renomados e extraordinários músicos que sem dúvida transformarão a abertura do Festival numa noite musical inesquecível.
A Orquestra Kuarup, regida por Nando Carneiro, é um projeto da Fundação Rio das Ostras de Cultura.


 

Dixie Square Jazz Band - O Rio das Ostras Jazz & Blues Festival, além dos shows nos palcos de Costazul, Tartaruga e Lagoa de Iriry, traz novamente a Dixie Square Jazz Band. O grupo se apresenta no formato “street band”, percorrendo os principais pontos e palcos da cidade. As intervenções, que reúnem emoção, alegria e principalmente boa música, priorizam standards do jazz de New Orleans, resgatando uma tradição do sul dos Estados Unidos.
A participação do público é essencial à vida da Dixie, já que a principal característica da banda é circular constantemente pelo evento. Embora o grupo enfatize os instrumentos de sopro, o líder Marco Vital tem à sua frente um “wash board”, de onde arranca uma marcação rítmica e explosiva.
Formada por músicos que viajam pelos melhores temas do jazz em altíssima vibração, a Dixie Square Band conseguiu se manter nos últimos três anos no “cast” do Bourbon Street, pela sua alta qualidade, e abriu shows de grandes nomes como B.B. King e Ray Charles.

 

Plataforma C Instrumental - Formado em meados de 2005, hoje composto pelos músicos André Bessa (sax e flauta), Augusto Rennó (guitarra), Fernando Nugas (teclados), José Carlos (baixo elétrico) e Bo Hilbert (bateria), com o apoio da V&M do Brasil, o “Plataforma C” vem conquistando reconhecimento no cenário musical. Com um seleto e requintado repertório, o grupo passeia desde a nata da MPB aos mais clássicos standard de Jazz, como por exemplo, Garota de Ipanema, Wave, Cantalup Island, Take Five, entre outros.



 
 
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