Spyro Gyra - Criada pelo saxofonista Jay Beckenstein, Spyro Gyra combina R&B e elementos da música pop e caribenha com o jazz. A banda surgiu em Buffalo, NY, em 1974 e tem sido uma das bandas mais expressivas de pop jazz dos últimos 30 anos.
Spyro Gyra lançou seu primeiro demo em 1976 pela gravadora independente Amherst. O disco se tornou um sucesso e Amherst vendeu os direitos para Infinity Records, uma divisão da MCA. Morning Dance, seu primeiro álbum gravado pela Infinity, foi lançado em 1979 e se tornou um grande hit, criando um single Top 40 com Morning Dance, ganhador de Disco de Platina.
Desde então, o Spyro Gyra virou sinônimo de sucesso comercial na música instrumental, freqüentando as paradas de sucesso e agradando fãs que normalmente não prestariam atenção ao gênero. São mais de 25 discos e milhares de fãs por todo o mundo. A formação atual do Spyro Gyra é Scott Ambush (baixo), Jay Beckenstein (saxofone), Julio Fernandez (guitarra), Tom Schuman (piano) e Bonny B. (percussão).

 

 


 

John Hammond Quartet - Com uma carreira que abrange mais de três décadas, John Hammond é um dos músicos de blues brancos responsáveis pelo renascimento do gênero no fim dos anos 60. Alguns críticos têm descrito Hammond como um “Robert Johnson branco”, um dos ícones do blues de todos os tempos, para se ter uma noção de seu estilo. Hammond faz jus ao blues clássico combinando o som de violão e gaita com vocais expressivos e uma presença de palco impressionante. Com quatro indicações e vencedor do Grammy Award, dividiu o palco e gravou com mestres do blues como Muddy Waters, Willie Dixon e John Lee Hooker, entre outros. Desde o início de sua carreira se dedicou a difundir a música a partir dos clássicos – alguns deles esquecidos. Agora, 40 anos depois, Hammond continua fazendo isso em tours pelos EUA, Canadá e Europa. Nos anos 2000 lançou três CDs pelo selo Back Porch: Ready for Love (2002), In Your Arms Again (2005) e Push Comes to Shove (2007). No Rio das Ostras Jazz & Blues John Harmmond se apresentará com o seu quarteto formado por Marty Ballou (baixo), Neil Gouvin (bateria) e Bruce Katz (teclado).


 

 
Coco Montoya - Depois de um começo de carreira como baterista de Albert Collins, Coco Montoya tornou-se um dos principais guitarristas de blues nos anos 90. Com Collins – “mestre da Telecaster”, Montoya aprendeu tudo sobre a guitarra do blues. No começo dos anos 80, durante uma apresentação em um bar, o músico despertou a atenção do pai do blues britânico, John Mayall, que o chamou para ser o guitarrista da nova versão do Bluesbreakers, lugar antes ocupado por Eric Clapton e Peter Green. Sua participação na banda foi até o início dos anos 90. Sua carreira solo começou em 1993 com o álbum Gotta Mind to Travel, pela Blind Pig Records – por onde também lançou Ya Think I'd Know Better e Just Leg Go. Em 1996 Montoya ganhou o prêmio Revelação do Blues do Handy Awards. Em 2000, o guitarrista assinou com a Alligator por onde lançou Suspicion, Can't Look Back e Dirty Deal. No Rio das Ostras Jazz & Blues Coco Montoya se apresentará acompanhado por Brant Leeper (teclados), Nathan Brown (baixo) e Randy Hayes (bateria).
 
The Bad Plus c/ Wendy Lewis - Piano, bateria e contrabaixo a serviço de um jazz rock moderno e irreverente. O trio norte-americano ficou conhecido por fazer versões jazzy para músicas de bandas como Nirvana, Blondie e Aphex Twin. The Bad Plus apresenta arranjos elaborados e enriquecidos com o uso de dissonâncias que, por seu som energético, ousado e polêmico, alguns críticos norte-americanos chamam de “punk jazz”. Ao lado de Medeski, Martin e Wood, The Bad Plus tornou-se um dos principais grupos do movimento Jam Band. Entre seus trabalhos, Prog, de 2007, em que recria Tears For Fears, Burt Bacharach, David Bowie e Rush, entre outros. Prog foi apontado pela Billboard como “o mais legal álbum de jazz de 2007”. Seu ultimo lançamento For All I Care incorpora pela primeira vez o vocal de Wendy Lewis. The Bad Plus é formada por Reid Anderson (baixo), David King (bateria) Ethan Iverson (piano) e Wendy Lewis (vocal).
 

Jason Miles - In the Spirit of Miles Davis - Jason Miles tem sido uma figura muito respeitada na cena dos estúdios de Nova York desde os anos 80, como o primeiro programador e tecladista para artistas de alto nível, como Miles Davis, Luther Vandross, Marcus Miller, Whitney Houston, Chaka Khan, Diana Ross, Aretha Franklin, David Sanborn, e Michael Jackson. Dois CDs solos, World Tour (1994) e Mr. X (1995) marcaram o começo da história de Miles como um líder. No entanto, foi a colaboração de Miles com o selo Telarc Jazz, no fim dos anos 90, que causou seu estouro, como produtor, músico de palco e compositor Em 2000, o selo lançou o venerado The Music of Weather Report, um tributo ao inovador e influente grupo de fusion dos anos 70. Em 2001, Miles ganhou um Grammy por sua produção de A Love Affair: The Music of Ivan Lins. Com Marcus Miller Jason Miles fez o CD Miles to Miles: In the Spirit of Miles Davis. Esse CD é uma visão única para explorar qual direção a música de Miles Davis seguiria se ele ainda estivesse vivo. O projeto que virou show será apresentado no Rio das Ostras Jazz & Blues, onde Jason Miles contará com Jerry Brooks (baixo) e Brian Dunne (bateria), além da participação especial de DJ Logic e Michael ”Patches” Stewart (trompete).

 

DJ Logic - "O teorema do manipulador de pickups como músico já foi comprovado pelas capazes mãos do DJ Logic, que com o jazz como sua fundação tornou-se um inovador do vinil por misturar gêneros e distribuir seu som pelo mapa. Como um dos mais talentosos DJs do mundo, DJ Logic é amplamente reconhecido pela introdução do jazz no reino do hip – hop, além de ser considerado pela maioria como um músico de estúdio altamente respeitado e um inovador bandleader. Desde o seu aparecimento no início dos anos noventa, no meio da cena hip-hop do Bronx, o DJ baseado na cidade de Nova York vem acumulando uma verdadeira montanha de colaborações que vai desde Medeski Martin & Wood, Christian Mcbride, Vernon Reid, Charlie Hunter, Jack Dejohnette, John Mayer, Ben Harper, Mos Def e The Roots, entre outros.

 

Michael ”Patches” Stewart - Quando você ouve Michael "Patches" Stewart tocar seu trompete, você sabe imediatamente que ele nasceu e foi criado na cidade onde nasceu o Jazz - New Orleans. Foi durante seus anos na Augustine's High School's "Purple Knights", que adquiriu seu apelido "patches". Ele começou a ganhar uma reputação em torno de New Orleans e enquanto ainda adolescente Patches recebeu uma chamada para uma gravação com Allen Toussaint. Seria a primeira vez em um estúdio e acabou se tornando importante, ele estava na sessão de gravação do hit internacional de Labelle, Lady Marmalade. Pouco tempo depois, começou a excursionar Patches jazz com outro gigante - Al Jarreau. Participou de gravações em estúdio e no palco com artistas como Quincy Jones, David Sanborn, Anita Baker, George Duke, Bonnie Raitt, e Rickie Lee Jones, além de fazer parte da superbanda de Marcus Miller. Até à data, Patches tem 3 CDs solo em sua carreira, o último sendo o altamente respeitado BLOW, produzido por Marcus Milller.

 
Rudder - Rudder é a mais progressiva e inovadora voz a atingir a cena musical nos últimos anos desde Medeski, Martin & Wood. A banda é uma das grandes sensações da cena alternativa de Nova York e traz novas possibilidades sonoras e conceituais para o jazz. Um som que cruza as fronteiras entre estilos e sonoridades. Considerados favoritos de festivais de todos os cantos do mundo, a música do Rudder é distribuida mundialmente através da 19/8 Records e do iTunes. Músicos excepcionais, Chris Cheek (saxofones), Henry Hey (teclados), Tim Lefebvre (baixo) e Keith Carlock (bateria) transformam o palco num laboratório para as suas experimentações. A música é vigorosa e acessível, criando uma tomada completamente nova e original na apresentação da banda. Segundo a revista Downbeat, Rudder é a maior revelação de sua geração no cenário do jazz contemporâneo. No Brasil Keith Carlock será substituído pelo baterista do Saturday Night Live, Shawn Pelton.
 
Duofel c/ Fábio Pascoal - Formado pelos violonistas Luiz Bueno e Fernando Melo em 1977, o Duofel tem seis discos gravados no Brasil, um na Alemanha e outro nos estúdios de Ornette Coleman, nos EUA. Com nove indicações ao prêmio Sharp e três vezes vencedores - melhor arranjo em 1996, melhor solista em 1994 e melhor música instrumental em 93, a música do Duofel é resultado de 30 anos de pesquisas, ensaios e apresentações no Brasil e no exterior. No Rio das Ostras Jazz & Blues, Fernando Melo e Luiz Bueno, apresentam diversas fases de sua parceria e ainda temas inéditos variando pelas sonoridades diversas e elaboradas nestes 30 anos, marca registrada da dupla, com as combinações de timbres dos violões de cordas de aço, 12 cordas, 10 cordas, 4 cordas e nylon. O show terá ainda a participação especial do recifense Fábio Pascoal, filho de Hermeto Pascoal, percussionista que iniciou seus estudos musicais no final dos anos 70 com Edgard Nunes Rocca (Bituca). Desde 1987 faz parte do “Hermeto Pascoal e Grupo”. Participou de gravações em arranjos do Hermeto para Maria Bethânia e songbooks de Gilberto Gil, Dorival Caymmi e Edu Lobo. Além de já ter excursionado por todo o mundo, gravou o CD Festa dos Deuses, em 1992 e Mundo Verde Esperança, em 2002.
 
Pau Brasil - Formado em 1979, o quinteto Pau Brasil é desde então um dos principais pontos de referência da música instrumental brasileira. Sua proposta original é a criação de uma música visceralmente brasileira, embora provinda de influências das mais diversas, conforme preconizava Oswald de Andrade no seu Manifesto Pau Brasil. O grupo conta de oito CDs, cinco deles lançados internacionalmente. Seu CD Babel, de 1996, foi indicado ao Grammy norte americano na categoria Best Jazz Group. Ao longo de seus 25 anos de trajetória, mais de 20 músicos passaram pelo grupo, como os saxofonistas Roberto Sion e Hector Costita, o acordeonista Toninho Ferragutti, a cantora Marlui Miranda, os tecladistas Lelo Nazário e Cristóvão Bastos, e os bateristas Azael Rodrigues, Nenê e Bob Wyatt. A formação atual do Pau Brasil é Nelson Ayres (teclados), Paulo Bellinati (violão) Rodolfo Stroeter (baixo), Teco Cardoso (saxofone) e Ricardo Mosca (bateria).
 

Jefferson Gonçalves Blues Band - O carioca Jefferson Gonçalves começou sua carreira no início da década de 1990, seguindo por um caminho comum a muitos gaitistas: o blues. Fundou a banda Baseado em Blues e o trio acústico Blues Etc., gravou com artistas de diferentes gêneros e se consolidou como um dos mais completos nomes da gaita no País, inclusive representando o Brasil em encontros internacionais (SPAH em 1998, em Detroit, EUA). O gaitista identificou traços muito semelhantes entre a música negra norte-americana e a do Nordeste brasileiro, baseada nos ritmos de forró, como o baião, o xaxado e o xote. Descobriu o maracatu e o samba rural e, como conseqüência natural, incorporou esses elementos ao seu primeiro CD solo, Gréia (2004). A mistura foi bem recebida por críticos e público. Seu último CD, Ar Puro, lançado em 2008 pela Blues Time Records, consolida a intensa pesquisa dos ritmos e melodias nordestinas. No Rio das Ostras Jazz & Blues Jefferson será acompanhado por Kléber Dias (voz, guitarra, dobro, violão de 12 cordas e bandolim), Sérgio Velasco (guitarra, marimbal, dobro, violão de 6 cordas, lap steel e vocal), Fábio Mesquita (baixo), Anderson Moraes (bateria e percussão) e Marco B.Z. (bateria e percussão).


 
Big Time Orquestra - Engana-se quem ainda pensa que big band é coisa do passado. A Big Time Orchestra é uma das principais bandas brasileiras do gênero neoswing, estilo musical inspirado no som das big bands dos anos 30 e 40, com forte influência do rock and roll. No Rio das Ostras Jazz & Blues a big band apresentará o repertório do CD/DVD Ao Vivo no Bourbon Street, um trabalho com a marca da irreverência e da diversão, com músicas autorais e versões para as músicas “Americano” (Brasileiro) e "Just a Gigolo” (Gigolô), além de releituras para sucessos de Ray Charles, Chuck Berry e clássicos do blues, entre outros mestres. A Big Time Orchestra é Lilian Nakahodo (teclado), Zorba Mestre (vocal), Fabiano Cordoni (baixo), Andre Ricciardi (bateria), Ronnie Panzone (guitarra), Jaquerson Bueno (trompete), Oscar Costa e Silva (trompete), Luiz Jiraya (trombone), Raule Alves (trombone), Jeronimo Bello (sax barítono), Marcio Rangel (sax tenor) e Everson Martins (sax alto).


 
Ari Borger - Ari Borger é um dos mais talentosos pianistas e organistas brasileiros em atividade. Quando o assunto é piano & blues ou órgão Hammond B3, o nome de Ari Borger surge imediatamente. Com mais de vinte anos de estrada, é considerado pela crítica, pelo público e pelo próprio meio musical como o melhor do país, estando no mesmo nível dos grandes nomes do gênero. Em sua carreira já tocou com lendas do blues como Pinetop Perkins, Johnnie Johnson, Clarence Gatemouth Brown, além de abrir os shows de bluesman do quilate de B.B. King. No Rio das Ostras Jazz & Blues, Ari Borger apresentará seu recém lançado CD AB4. Nele Ari e seu grupo viajam por diversas correntes musicais. A experiência e o feeling adquiridos com o blues, o profundo conhecimento da linguagem do jazz e do soul, somado ao anseio urgente por novos rumos musicais, o conduziram a esse novo trabalho. Ari Borger Quartet é formado por Ari Borger (piano e Hammond), Celso Salim (guitarra), Humberto Zigler (bateria) e Marcos Klis (baixo acústico).

 

Orquestra Kuarup: Regente Nando Carneiro - A Orquestra Kuarup de Rio das Ostras é um projeto da Fundação Rio das Ostras de Cultura. Regida pelo maestro Nando Carneiro a orquestra é formada por 25 músicos, alunos e ex-alunos do Centro de Formação Artística da Fundação Rio das Ostras de Cultura. A Orquestra Kuarup Cordas & Sopros foi uma das primeiras manifestações artísticas da cidade ensaiando em praça pública, com instrumentos doados pela comunidade.
O nome Kuarup vem de um ritual indígena de origem tupi-guarani no qual os mais velhos da tribo reuniam seus jovens e passavam a eles as tradições do seu povo para que se perpetuassem através das novas gerações. Com dois CDs gravados, a orquestra tem em sua trajetória apresentações na Sala Cecília Meireles, no Rio de Janeiro; no Teatro Trianon, em Campos dos Goytacazes. Em 2004 esteve na Alemanha para um intercâmbio com a escola de música Musikchule de Tübingen. No ano seguinte, a escola de música alemã veio a Rio das Ostras. Juntas tocaram na Sala Cecília Meireles.

 

Dixie Square Jazz Band - O Rio das Ostras Jazz & Blues Festival, além dos shows nos palcos de Costazul, Tartaruga e Lagoa de Iriry, traz novamente a Dixie Square Jazz Band. O grupo se apresenta no formato “street band”, percorrendo os principais pontos e palcos da cidade. As intervenções, que reúnem emoção, alegria e principalmente boa música, priorizam standards do jazz de New Orleans, resgatando uma tradição do sul dos Estados Unidos.
A participação do público é essencial à vida da Dixie, já que a principal característica da banda é circular constantemente pelo evento. Embora o grupo enfatize os instrumentos de sopro, o líder Marco Vital tem à sua frente um “wash board”, de onde arranca uma marcação rítmica e explosiva.
Formada por músicos que viajam pelos melhores temas do jazz em altíssima vibração, a Dixie Square Band conseguiu se manter nos últimos três anos no “cast” do Bourbon Street, pela sua alta qualidade, e abriu shows de grandes nomes como B.B. King e Ray Charles.



 
 
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